
O que é o implante hormonal
É um pequeno bastão (do tamanho de um grão de arroz) inserido sob a pele, geralmente no glúteo, que libera hormônios de forma contínua por 3 a 6 meses. Pode conter testosterona, gestrinona, estradiol ou combinações.
Vantagens
- Praticidade: sem lembrar de tomar gel ou comprimido todo dia.
- Estabilidade: níveis hormonais mais constantes do que injeções.
- Personalização: fórmulas ajustadas para cada caso.
- Aplicação rápida: procedimento em consultório, com anestesia local.
Riscos e cuidados
- Não é reversível: uma vez inserido, fica liberando até consumir.
- Exige avaliação criteriosa: não é indicado para todo paciente.
- Precisa de acompanhamento: exames de controle, ajuste na próxima troca.
- Efeitos colaterais possíveis: acne, oleosidade, queda capilar (dose-dependente).
Quem se beneficia
- mulheres na menopausa com sintomas importantes;
- pacientes com dificuldade de aderência a outras vias;
- homens com hipogonadismo confirmado;
- casos selecionados de baixa libido e baixa energia.
Quem NÃO deve fazer
- pacientes sem indicação clínica clara;
- quem busca somente "ganho estético" sem critério;
- mulheres jovens sem queixa que justifique;
- pacientes com contraindicações específicas (avaliadas em consulta).
O implante hormonal é uma ferramenta excelente, desde que prescrito para a pessoa certa, na dose certa, com acompanhamento.




